sábado, 14 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Associação Brasileira de Skate Feminino
ABSFE significa, Associação Brasileira de Skate Feminino, é uma entidade de skatistas brasileiras que visa a evolução do skate feminino no Brasil.
Foi fundada em São Paulo no ano de 2000 pelas skatistas Patricia Rezende, Tat Marques, Marta Linaldi, Patiane Freitas, Karen Jones, Monica Messias e Marcia. Hoje a ABSFE filiada a Confederação Brasileira de Skate, CBSk[1].
Sua 1ª Etapa e Circuito ABSFE ocorreu em 2005, o circuito foi oficializado pela CBSk, nesta etapa Mônica Messias fica em 1° lugar e Marta Linaldi em 8° lugar no resultado Feminino 1 (Amador).
Hoje é formada por skatistas femininas do Brasil, são elas Tat Marques, Ana Paula Araujo, Reanata de Cassia, Renata Cristina.
A ABSFE conseguiu dividir a categoria em feminino 1 e femino 2, o que antes não existia e implantar eventos diferenciados para a categoria feminino.
[editar]
Objetivo
A ABSFE tem como objetivo:[2]
Unir as atletas e desenvolve-las
Regras para julgamento fem.,premiação,categoria
Fiscalizar os campeonatos para que estejam dentro das normas, verficar se os mesmos trazem benefícios
Criar vínculos a outros estados brasileiros para que o desenvolvimento seja igual a nível nacional e trazer propostas e exemplos de resultados bons internacionais para o Brasil.
Foi fundada em São Paulo no ano de 2000 pelas skatistas Patricia Rezende, Tat Marques, Marta Linaldi, Patiane Freitas, Karen Jones, Monica Messias e Marcia. Hoje a ABSFE filiada a Confederação Brasileira de Skate, CBSk[1].
Sua 1ª Etapa e Circuito ABSFE ocorreu em 2005, o circuito foi oficializado pela CBSk, nesta etapa Mônica Messias fica em 1° lugar e Marta Linaldi em 8° lugar no resultado Feminino 1 (Amador).
Hoje é formada por skatistas femininas do Brasil, são elas Tat Marques, Ana Paula Araujo, Reanata de Cassia, Renata Cristina.
A ABSFE conseguiu dividir a categoria em feminino 1 e femino 2, o que antes não existia e implantar eventos diferenciados para a categoria feminino.
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Objetivo
A ABSFE tem como objetivo:[2]
Unir as atletas e desenvolve-las
Regras para julgamento fem.,premiação,categoria
Fiscalizar os campeonatos para que estejam dentro das normas, verficar se os mesmos trazem benefícios
Criar vínculos a outros estados brasileiros para que o desenvolvimento seja igual a nível nacional e trazer propostas e exemplos de resultados bons internacionais para o Brasil.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
“Ser skatista não tem comparação, não há palavras para expressar tal alegria, não há sentimento no mundo que revele como é mandar aquela manobra, com aquela galera, com aquela vibração, com aquele encantamento, com aquela sensação de sorriso infinito por acertar aquela trick.
Ser julgado por um tênis rasgado colado com cola quente e/ou silver-tape, por ter uma calça toda destruída, cicatrizes infinitas, não importa, o que importa é a alegria e a paixão de ser feliz em cima de um pedaço de madeira, aço e poliuretano.
Ser skatista é ser Skatista. Sem descriminação ou conclusão. É uma coisa infinita e única.
Sou Skatista com orgulho, sou louco, sem noção, fazedor de barulho.
Esse sou eu e o meu mundo.”
Jessica Rodrigues Oliveira, 17 anos
“Nunca fui muito de praticar esporte, mas acho que de alguma forma o skate me atraiu. Costuma ir com minhas amigas na praça ver os guris andar, e acabei ficando muito amiga de todos lá na praça. Sempre pedia para dar uma volta no skate dos meninos, e foi assim aos poucos que fui tento mais vontade de aprender a andar. Então resolvi criar coragem e com a ajuda dos guris da praça montei meu skate e comecei andar. Vejo que através do skate me tornei uma nova pessoa, aprendi a vencer as diferenças. Não é fácil para uma menina andar, precisa gostar muito de skate e estar sempre disposta para treinar e aprender manobras, mas conforme o tempo vai passando você acaba pegando o jeito. O skate me deu amigos de verdade, pessoas que considero muito e tenho como exemplo de vida... Só tenho a agradecer a Deus pela oportunidade de andar de skate e me divertir fazendo o que eu gosto!”
Skate: Muito mais que um estilo de vida
Ter a liberdade de fazer da cidade a sua pista, sua área de treino. Poder andar com o skate em qualquer lugar, ir pra onde desejar, pular uma calçada, uma escada, fazer uma manobra, usar o espaço urbano para fazer aquilo que mais gosta. Uma sensação de liberdade incomparável, que você só encontra em cima de um skate. Atualmente na região mais de 500 pessoas praticam skate, alguns profissionalmente e outros apenas por amor.
Quem tem força de vontade vence todas as dificuldades tanto na vida como no skate.
A partir do momento em que você pára de fazer o que gosta, você pára de viver. Por isso sou Skatista!
Alguns têm o dom do skateboarding, outros têm vontade. Se você não tem o dom, faça como eu: corra atrás, tenha vontade!
Andar de skate é tomar impulso, atravessar a rua, subir e descer as calçadas, dropar de um lugar alto, improvisar, equilibrar, saber cair e depois levantar!
Andar de skate é ver o mundo de verdade, ver a rua com mendigos e sujeira, conhecer lugares novos, pessoas diferentes, aprender a lidar com a diversidade. Skate É diversidade.
Para ser um bom skatista: muita humildade, muita prática, sempre.
Skate é arte e cair faz parte.
A partir do momento em que você pára de fazer o que gosta, você pára de viver. Por isso sou Skatista!
Alguns têm o dom do skateboarding, outros têm vontade. Se você não tem o dom, faça como eu: corra atrás, tenha vontade!
Andar de skate é tomar impulso, atravessar a rua, subir e descer as calçadas, dropar de um lugar alto, improvisar, equilibrar, saber cair e depois levantar!
Andar de skate é ver o mundo de verdade, ver a rua com mendigos e sujeira, conhecer lugares novos, pessoas diferentes, aprender a lidar com a diversidade. Skate É diversidade.
Para ser um bom skatista: muita humildade, muita prática, sempre.
Skate é arte e cair faz parte.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Superação: Ítalo é o primeiro skatista sem as pernas a saltar megarrampa
Luciano Huck leva Ítalo para desafio: descer a megarrampa na casa do campeão Bob Burnquist, na Califórnia
O curitibano Ítalo Romano, de 21 anos, terá a chance de entrar para a história do skate no Caldeirão deste sábado, 17/12. Luciano Huck, que conheceu a história de luta e superação do jovem em uma reportagem do Esporte Espetacular, convidou o atleta para saltar da megarrampa montada na casa do campeão Bob Burnquist, na Califórnia. Se para um skatista profissional a missão já seria difícil, imagina para um jovem que não tem as duas pernas.
Há dez anos, ainda criança, Ítalo subiu em um vagão para pegar carona no trem. A "brincadeira" mais do que perigosa acabou em tragédia: ele foi atropelado e perdeu as pernas. "Depois do acidente, fui conhecendo pessoas diferentes. Hoje, sou o homem mais feliz do mundo", diz o campeão paranaense amador Sem se adaptar à cadeira de rodas, Ítalo passou a usar o skate para se locomover e fazer manobras. E quem pensa que ele tem limitações está enganado! O rapaz também já fez parte da seleção brasileira de vôlei sentado e disputou competições internacionais.Entre as pessoas que Ítalo conheceu após o acidente está o skatista e documentarista Ricardo, que tem uma história em casa parecida com a do amigo. Sua filha, Íris, nasceu com uma doença rara, a atrofia muscular espinhal, e só anda na cadeira de rodas. Junto com Huck, Ricardo engana Ítalo e diz que tem uma equipe do Rio de Janeiro em Curitiba para levar um contrato de trabalho para ele. Após a surpresa, o apresentador conhece a casa onde o skatista mora com a sua família e faz o convite: viajar para a Califórnia e ter a chance de saltar da megarrampa montada na casa de Bob Burnquist.
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O curitibano Ítalo Romano, de 21 anos, terá a chance de entrar para a história do skate no Caldeirão deste sábado, 17/12. Luciano Huck, que conheceu a história de luta e superação do jovem em uma reportagem do Esporte Espetacular, convidou o atleta para saltar da megarrampa montada na casa do campeão Bob Burnquist, na Califórnia. Se para um skatista profissional a missão já seria difícil, imagina para um jovem que não tem as duas pernas.
Há dez anos, ainda criança, Ítalo subiu em um vagão para pegar carona no trem. A "brincadeira" mais do que perigosa acabou em tragédia: ele foi atropelado e perdeu as pernas. "Depois do acidente, fui conhecendo pessoas diferentes. Hoje, sou o homem mais feliz do mundo", diz o campeão paranaense amador Sem se adaptar à cadeira de rodas, Ítalo passou a usar o skate para se locomover e fazer manobras. E quem pensa que ele tem limitações está enganado! O rapaz também já fez parte da seleção brasileira de vôlei sentado e disputou competições internacionais.Entre as pessoas que Ítalo conheceu após o acidente está o skatista e documentarista Ricardo, que tem uma história em casa parecida com a do amigo. Sua filha, Íris, nasceu com uma doença rara, a atrofia muscular espinhal, e só anda na cadeira de rodas. Junto com Huck, Ricardo engana Ítalo e diz que tem uma equipe do Rio de Janeiro em Curitiba para levar um contrato de trabalho para ele. Após a surpresa, o apresentador conhece a casa onde o skatista mora com a sua família e faz o convite: viajar para a Califórnia e ter a chance de saltar da megarrampa montada na casa de Bob Burnquist.
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